terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Adeus ano velho, feliz ano novo


Pessoalmente, não tenho muito do que me queixar do ano que passou. Todos os objetivos profissionais e pessoais que dependiam única e exclusivamente da minha vontade aconteceram. Tive o prazer de voltar a minha terra natal (Porto Alegre) e assumi um bom concurso, mas que eu sei, é só um degrau da escada dos melhores que estão por vir. Consegui descobrir e incorporar alguns hobbies, como cuidar da terra, do plantar para colher. E é lógico que as batalhas não vão parar por aqui. 

Em linhas gerais, no entanto, nosso país sofreu muito este ano, a sociedade está cada vez mais desiludida com a classe política e com nossos governantes. Não teve Copa, nem dentro, nem fora de campo. Os 7x1 para a Alemanha ficarão gravados na história. A corrupção foi a palavra do ano dos noticiários e a Petrobras nunca mais será a mesma. Reelegemos a Presidente e o Brasil se dividiu. Eike Batista viu ruir o seu império construído em um capitalismo de compadres. Perdemos grandes escritores, artistas e atores. A Xuxa rescindiu o contrato com a Globo e Rubens Barrichello foi campeão. Como você pôde ver, 2014 não foi fácil para ninguém e também nos surpreendeu. 

Viver não é fácil, é incorrer em erros e corrigi-los. É ter a humildade de pedir desculpas sempre que nossas opiniões forem fortes demais. O final do ano serviu como uma época de reconciliação para com os outros, e quem sabe este período entre o natal e o ano novo sirva para nos reconciliarmos com nós mesmos, com nosso eu interior, aquele que só encontramos no profundo silêncio, que de tempos em tempos deveríamos fazer. Eu acredito na individualidade e na soma de todos estes indivíduos como forma de transformar o mundo. Ser o melhor para nós mesmos, é poder ser melhor para os que estão ao nosso redor, afinal, ninguém dá o que não tem.

Desejo a você um 2015 de muita construção pessoal, tentativas, muitos erros e alguns acertos que valerão completamente a pena!


por Daniel Silveira

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