sexta-feira, 23 de julho de 2010

No final somos todos iguais

Por quantas vezes você não colocou o dedo em riste, disse 'não preciso disto', alcançou algo e sem perceber passou por cima, ofendeu alguém? Com certeza em vários momentos da nossa vida extravasamos nossa confiança, superando a linha tênue entre auto-estima e arrogância. O problema é quando nossa personalidade tranforma esses deslizes em um destemperado estilo de vida.

Existem pessoas que acham que por terem uma melhor condição social, terem inúmeros títulos, ser de família nobre ou descendência branca, frequentarem os mais badalados lugares e restaurantes, podem se colocar em um patamar superior aos demais. Uma espécie de endeusamento da alma. São pessoas que teriam tudo para pensar e fazer algo para tornar o mundo um lugar melhor, afinal adquiriram conhecimento e informação acima da média, mas elas não se permitem isso. O automático já faz parte de suas vidas. Muitas vezes aindam estão insatisfeitas com a vida que levam, enquanto mais de 50% da população não têm um décimo da vida e oportunidades que possuem. São os gatinhos de espírito, mas ao se olharem no espelho enxergam apenas um 'Leão'.

Humildade nunca é demais, afinal a única coisa que fica aqui são as nossas realizações em prol da humanidade e a única coisa que levamos é a nossa bondade de espírito. Títulos são rasgados, riqueza e bens materiais consumidos, enfim, tudo coisas passíveis de um fim. No final da vida, na cama de um hospital, e quando estivermos do lado de lá, seremos todos iguais.

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