Em todos os lugares que você vá, tem alguém que se diz diferente. São empresas, pessoas e tudo mais que acham que criar, por criar, é suficiente. Inovação é uma das palavras da moda, ao lado de 'processo' e 'foco' entre as empresas, e 'pró-atividade' entre os selecionáveis a um emprego.
"Esse é o mundo onde todo mundo é pró-ativo e toda a empresa é inovadora."
Chego a conclusão que se ser diferente é o senso comum, o que me poderia fazer pensar que um reacionário às mudanças, hoje, é alguém mais inovador, ou no mínimo, original. O problema de tudo é a falta de objetivo. Pra que criar? Minha idéia vai ser útil? O tempo que emprego no processo criativo está de fato trazendo algum resultado? Ou será que estou sendo mais um inventor do que um inovador?
O que importa é o que você faz com a sua "criação". Atitude é tudo! Mais vale uma idéia considerada meia-boca colocada em prática e rendendo dividendos do que uma mirabolante apenas na sua cabeça. Essa 'meia-boca' pode virar uma 'boca-inteira' com o tempo, envolvendo as pessoas adequadas e investindo no processo de inovação.
Portanto, jamais aborte uma idéia considerada por você boa. Uma boa idéia é que nem oportunidade, tem prazo de validade. Seja para o que for, tire ela do seu arquivo de idéias antes que ela crie pó. Pode ser tarde demais.
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