No país das promessas eleitoreiras a cada dois anos, da ineficiência nos serviços básicos de telefonia e energia, dos Procons repletos de reclamações contra serviços públicos e privados, eu, como profissional do marketing tenho que fazer minha meaculpa. É natural que o brasileiro médio rótule de enganadores os "marketeiros profissionais" - e os amadores também -, que esbanjam audácia e ambição a qualquer custo dentro de muitas empresas.
Ainda na faculdade, todo o profissional, seja ele advogado, administrador, economista, aprende que deve agir com ética e de forma verdadeira com quem toma seus serviços ou seus clientes. No entanto, muitas empresas ainda não perceberam ou não orientam seus profissionais para este objetivo. Para vencer este preconceito a esta importante área de nossas vidas é preciso repensar a forma de como a exercemos. Em casa, na balada, na faculdade, no trabalho, onde quer que seja, estamos sempre vendendo alguma coisa, e por muitas vezes, a nós mesmos.
Por definição, 'fazer marketing' significa produzir produtos e prestar serviços que atendam às necessidades do clientes, sejam elas atuais ou futuras. Aprendi durante a minha carreira, que todo o investimento em uma empresa deve de alguma forma gerar valor na outra ponta da cadeia, no cliente, e é claro, como consequência, aumentar o caixa da empresa a longo prazo. Ao ter uma equipe treinada e surpreender constantemente através de um atendimento de excelência, você pode conquistar a lealdade do cliente e sua empresa ganha a mais poderosa ferramenta de marketing: a comunicação boca-a-boca.
Clientes satisfeitos, se perguntados, eventualmente recomendarão sua empresa, enquanto que os leais a venderão espontâneamente e em qualquer ocasião. Existem empresas que fazem uma força enorme para conquistar um novo cliente e ainda maior em perdê-lo para a concorrência. Acabam fazendo com que o financeiro tenha motivos reais para se preocupar com os gastos do marketing (sim, neste caso é gasto mesmo), até porque se investe em média 7 vezes mais recursos para conquistar um novo cliente do que para manter os antigos.
Clientes satisfeitos, se perguntados, eventualmente recomendarão sua empresa, enquanto que os leais a venderão espontâneamente e em qualquer ocasião. Existem empresas que fazem uma força enorme para conquistar um novo cliente e ainda maior em perdê-lo para a concorrência. Acabam fazendo com que o financeiro tenha motivos reais para se preocupar com os gastos do marketing (sim, neste caso é gasto mesmo), até porque se investe em média 7 vezes mais recursos para conquistar um novo cliente do que para manter os antigos.
Por essas e outras situações é que recomendo muita crítica com relação àquilo que se deseja vender. Faça uma análise dos pontos fortes e fracos, das oportunidades e do que seus potenciais clientes buscam. Estude seus hábitos de consumo, faça pesquisas, obtenha deles o maior número de informações possíveis no seu dia-a-dia, mas sem parecer invasivo demais. Uma boa propaganda requer antes de tudo uma imagem saudável e coerente. O marketing sério só irá cumprir o seu papel quando entregar um conteúdo, no mínimo, condizente com o anunciado e se possível encantando pessoas com produtos e serviços que elas nem imaginavam precisar.
Nos próximos artigos, aprenderemos como pensar de forma ampla em ações de marketing possíveis de serem implementadas em qualquer negócio.
Nos próximos artigos, aprenderemos como pensar de forma ampla em ações de marketing possíveis de serem implementadas em qualquer negócio.
Mãos a obra e um abraço!!

Concordo , conquistado uma vez o cliente , atendendo suas necessidades no ''exato momento''(desejo de consumir) ele certamente será fidelizado, a boa imagem como vc disse '' saudável , acessível'' é conquista na certa !!!
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